A Moncler recebeu 70 convidados VIPs, para um jantar na Casa Jereissati , em São Paulo . O evento foi em comemoração da nova loja aberta no Iguatemi Presentes o presidente nas Américas Tomasso De Vechi, a vice-presidente de Varejo Américas , Alexis Velez, o empresário Carlos Jereissati Filho, Rurik, gerente da loja JK e Alex, gerente da Iguatemi Faria Lima.

Tânia Müller e Tommaso De Vecchi
Tânia Müller e Alexis Velez
Esta é segunda loja da marca no País, que conta com mais de 70 anos de tradição, a grife de luxo extrapolou os limites do look esportivo para apresentar criações elegantes e fashion. A cada temporada, as peças de outerwear ganham novas cores, tecidos e tecnologias

Loja Monclear Iguatemi foto Tânia Müller
A origem do nome Moncler vem da abreviação de Monestier-de-Clermont, uma cidade de montanha perto de Grenoble na França, onde a empresa foi criada em 1952. Em 2003, a marca foi comprada pelo empreendedor italiano Remo Ruffini, que aliou performance técnica com conteúdo fashion, algo até então inédito no mundo das puffer jackets. Formas, materiais, design, qualidade, performance e experimentação são palavras-chave para Moncler hoje.
Em breve a Stone Island, outra marca do grupo, estará também com uma loja no Brasil. Ela tem consistentemente empurrado a tecnologia de tecidos e a experimentação, particularmente com foco na funcionalidade, resultando em uma assinatura reconhecível de corte, forma, materialidade e cor. Além da coleção principal, está estruturada em três sub-coleções, cada uma projetada para atender às necessidades de diferentes segmentos de mercado: Stone Island Ghost, com roupas totalmente monocromáticas com uma estética sofisticada; Stone Island Marina, fortemente inspirada no mundo da marinha e nas peças de arquivo da marca; e Stone Island Stellina, oferecendo looks com funcionalidade de alto desempenho e design essencial.


Flávia kujawski e Cralo Frederico Müller foto Tânia Müller

foto Tânia Müller
Carlos Jereissati Filho

Patricia Carta foto Tânia Müller


