Em apenas um dia, a Guarda Costeira de Praia Grande, grupamento
ambiental que integra a Guarda Civil Municipal (GCM), localizou 12 animais
marinhos na orla da praia entre os bairros Guilhermina e Ocian. Apenas um deles
foi resgatado com vida. O trabalho do grupamento é fundamental na elaboração de
estudos ambientais.
ambiental que integra a Guarda Civil Municipal (GCM), localizou 12 animais
marinhos na orla da praia entre os bairros Guilhermina e Ocian. Apenas um deles
foi resgatado com vida. O trabalho do grupamento é fundamental na elaboração de
estudos ambientais.
Os animais foram localizados entre a manhã e a tarde de quinta-feira (4)
durante patrulhamentos realizados por equipes da Guarda Costeira. De acordo com
o inspetor Delfo Monsalvo, ao longo da praia foram encontrados oito pinguins,
uma tartaruga verde, uma gaivota e uma pardela que estavam mortos. “Encontramos
também uma ave marinha, da espécie Bobo, que estava viva, mas aparentemente
bastante debilitada”.
durante patrulhamentos realizados por equipes da Guarda Costeira. De acordo com
o inspetor Delfo Monsalvo, ao longo da praia foram encontrados oito pinguins,
uma tartaruga verde, uma gaivota e uma pardela que estavam mortos. “Encontramos
também uma ave marinha, da espécie Bobo, que estava viva, mas aparentemente
bastante debilitada”.
Os animais foram recolhidos pelo Gremar (Pesquisa, Educação e Gestão de
Fauna), do Guarujá, onde foram examinados e, no caso do animal vivo, tratado. Segundo a veterinária da entidade, Andrea Maranho, a migração de
animais marinhos é comum sempre que ocorrem as frentes frias na região.
Entretanto, o aparecimento de pinguins nessa época é atípico, segundo ela.
“Normalmente, eles surgem entre junho e julho. Queremos apurar o motivo dessa
mudança este ano”.
Fauna), do Guarujá, onde foram examinados e, no caso do animal vivo, tratado. Segundo a veterinária da entidade, Andrea Maranho, a migração de
animais marinhos é comum sempre que ocorrem as frentes frias na região.
Entretanto, o aparecimento de pinguins nessa época é atípico, segundo ela.
“Normalmente, eles surgem entre junho e julho. Queremos apurar o motivo dessa
mudança este ano”.
A veterinária observou que o trabalho desenvolvido pela Guarda Costeira
de Praia Grande tem sido fundamental para as pesquisas. “O grupamento nos ajuda
muito na parte de captura e resgate dos animais e isso é de extrema importância
na contabilização das mortes e na recuperação dos animais debilitados”.
de Praia Grande tem sido fundamental para as pesquisas. “O grupamento nos ajuda
muito na parte de captura e resgate dos animais e isso é de extrema importância
na contabilização das mortes e na recuperação dos animais debilitados”.
Para que o trabalho continue gerando resultados, o inspetor do
grupamento orienta a população como agir no caso de encontrar um animal marinho
pela orla. “As pessoas não devem manusear o animal, ainda que ele pareça dócil.
Até por uma questão instintiva, ele pode reagir e machucar a pessoa ou a si
mesmo. Já os animais mortos, podem causar algum tipo de contaminação por conta
de bactérias que venham a contrair durante a decomposição”.
grupamento orienta a população como agir no caso de encontrar um animal marinho
pela orla. “As pessoas não devem manusear o animal, ainda que ele pareça dócil.
Até por uma questão instintiva, ele pode reagir e machucar a pessoa ou a si
mesmo. Já os animais mortos, podem causar algum tipo de contaminação por conta
de bactérias que venham a contrair durante a decomposição”.
Dessa
maneira, a atitude recomendada é sempre acionar a Guarda Costeira pelo telefone
199, e no máximo, tentar isolar a área onde o animal se encontra.
