A Le Lis, marca da Veste S.A., companhia brasileira de moda premium, encerrou 2025 com desempenho consistente e faturamento bruto de R$ 786,2 milhões, avanço de 11,6% em relação a 2024, consolidando-se como o principal pilar de geração de valor do grupo.
A base ativa de clientes cresceu 3,6%, refletindo maior penetração no mercado, fortalecimento da conexão com os consumidores e alinhamento às principais tendências. No quarto trimestre, a receita bruta de Le Lis somou R$ 226,6 milhões, 12,7% superior na comparação com o mesmo período em 2024, impulsionado pela boa aceitação das coleções, pela eficiência operacional das lojas e pela elevada participação de vendas a preço cheio.
De outubro a dezembro, o same store sales avançou 11,8%, evidenciando maior engajamento e recorrência.“O desempenho confirma o sucesso de uma estratégia focada na experiência e satisfação do consumidor e no crescimento rentável e sustentável e a força da Le Lis dentro do nosso portfólio. A marca cresce com consistência, mantendo baixa exposição a descontos e consolidando relações de longo prazo com sua base de clientes”, afirma Alexandre Afrange, CEO da Veste S.A.
No ambiente digital, Le Lis manteve uma trajetória de evolução. Lançado em setembro, o aplicativo próprio ganhou tração rapidamente e, no quarto trimestre, já respondeu por 21,7% das vendas digitais da marca, reforçando a relevância da integração entre os canais físico e on-line.

Como parte do movimento para ampliar a conexão com o público e impulsionar a reputação da marca, Veste inaugurou, em janeiro, a flagship de Le Lis, na Vila Nova Conceição, um dos endereços mais charmosos e elegantes de São Paulo. O projeto privilegia conforto, fluidez na exposição das peças com uma arquitetura acolhedora, que eleva a experiência do cliente, traduzindo o conceito da marca.
“A flagship é a materialização de uma evolução que já vínhamos implantando nas lojas, que agrega valor ao oferecer uma interação que vai além das compras tradicionais. Além disso, loja conceito simboliza a evolução do modelo convencional, unindo a presença física ao engajamento digital, como complemento à expansão digital e à estratégia omnichannel”, afirma Afrange.