Três novos prêmios literários pela Academia Brasileira de Letras (ABL), destinados a reconhecer obras publicadas em 2025, marcou um dos principais momentos da celebração dos 129 anos da instituição, realizada no Petit Trianon, no Rio de Janeiro. A iniciativa nasce com o apoio da Montblanc, reafirmando a parceria entre a Maison e a ABL na valorização da literatura e da cultura da escrita.
Os novos reconhecimentos homenageiam grandes nomes da literatura brasileira e contemplam diferentes gêneros. Na primeira edição, Eliana Alves Cruz recebeu o Prêmio Guimarães Rosa (Ficção), por Veridiana; Fabricio Oliveira foi o vencedor do Prêmio Manuel Bandeira (Poesia), por Noite Obscena; e Caetano Galindo conquistou o Prêmio Euclides da Cunha (Humanidades), por Na Ponta da Língua. Cada vencedor recebeu um prêmio em dinheiro e uma caneta Montblanc Meisterstück LeGrand revestida a platina. Criada em 1924, a Meisterstück é o mais emblemático instrumento de escrita da Montblanc e tornou-se um símbolo mundial de excelência artesanal, criatividade e da cultura da escrita.

Juliana Pereira, foto Tânia Müller
Segundo Juliana Pereira, CEO da Montblanc Brasil,”Acreditamos que escrever é uma das formas mais poderosas de deixar uma marca no mundo. A cultura da escrita faz parte da essência da Montblanc há mais de um século e inspira tudo o que fazemos. Estar ao lado da Academia Brasileira de Letras na valorização de autores e obras que enriquecem a literatura brasileira reforça nossa missão de preservar, incentivar e celebrar o poder transformador da escrita para as gerações presentes e futuras”, afirmou a executiva